7 dicas para se adaptar às mudanças de mercado, segundo o CEO da 99Taxis

Lucas Borges Teixeira

A chegada da Uber no Brasil deu o que falar no ano passado. À medida que passageiros começaram a aderir ao serviço no país, surgiu uma série de campanhas por parte dos taxistas, que consideravam o serviço sem regulamentação ilegal. Em alguns episódios, houve até agressão aos motoristas do app norte-americano. De imediato, representantes do poder público não souberam como reagir e a startup foi proibida temporariamente em algumas cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Desde o começo, os donos da 99Taxis, popular aplicativo de mobilidade do Brasil, não viram no confronto a melhor resposta. Em vez de ir de encontro à novidade, eles decidiram aprimorar seu aplicativo para enfrentar os concorrentes.

“Isso [a chegada da Uber] ajudou a subir a barra de qualidade para os prestadores de serviço. Pensamos: ‘Pô, podemos fazer algo melhor’”, conta Paulo Veras, CEO da 99Taxis. De acordo com ele, o aplicativo liderou junto à prefeitura de São Paulo um debate mais amplo sobre como deveria ser o serviço particular de mobilidade na capital.

Aparentemente, deu resultado. Enquanto 2015 foi um ano difícil para muitos negócios, a empresa registrou crescimento entre 10% e 15% ao mês no número de corridas. Cada vez mais taxistas também começaram a aderir ao app. Hoje, com 150.000 cadastrados, a empresa ganha cerca de 100 novos motoristas registrados por dia. As projeções para 2016 são ainda mais positivas […]

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